Das Páginas Do Velho Diário (1)

18 Julho, 2008

Eventualmente, alguns defuntos que deveriam estar bem enterrados resolvem dar o ar de sua graça e surgem para nos assombrar.
Dessa vez, meu fantasma mais teimoso apareceu por email, com o seguinte recado:

Dá pra me desbloquear no msn?
Preciso falar com vc.
D.

Nos conhecemos tem alguns anos.
Lembro que era outubro e, conversando com meu melhor amigo (continua sendo, até hoje!) ele disse que tinha ido a uma festa de aniversário e descoberto que a aniversariante, grande amiga dele, tinha um irmão gêmeo.

-Amigo, você ia adorar! Seu tipo. O nome dele é D., mas acho que ele não curte. –ele me disse.

Ouvi, registrei o nome, mas mudamos de assunto.
Tempos depois, entro no msn e, milagre, ninguém online.
Entrei no orkut desse meu amigo para deixar um recado e vi um amigo dele, D., aparecendo na sua lista. Lembrei do comentário e fui fuxicar na vida da pessoa pra ver se era o mesmo.
Realmente era e realmente era o meu tipo.
Como tinha disponível o msn no orkut, adicionei na cara dura e ele estava online na hora.

D. diz: Quem é você?
Autor: Sou amigo do E., tudo bem? Conheço sua irmã também… Como estava de bobeira no orkut vi seu perfil e resolvi adicionar no msn, tem problema?
D. diz: Claro que não! Qual o seu perfil lá?

Acreditem ou não, nascia assim uma coisa que eu a princípio achei ser amizade.
Durante uns três meses conversávamos ocasionalmente falando de nossas vidas e assuntos banais. Ele sabia que eu tinha namorada e me contava os casos dele.
Até que um dia, véspera de natal, o assunto foi se aprofundando até chegar no sexo.

D. diz: Já realizou todas as suas fantasias sexuais?
Autor diz: Todas não, mas já fiz bastante coisa nessa vida.
D. diz: Acho legal isso… Mas ainda sou meio bloqueado… Tem alguns coisas que tenho vontade, mas não sei se tenho coragem de realizar.
Autor diz: Tipo??? Pode falar, a gente é amigo e não vou comentar nada com niguém.
D. diz: Já transou com outro homem? Já teve curiosidade?

E o assunto rendeu…
Menti e disse que nunca tinha estado com outro homem, mas que tinha sim a curiosidade.
Ele disse que também, mas que pra isso acontecer teria que ser com alguém que ele confiasse muito e que prometesse manter tudo em absoluto sigilo.

D. diz: Acredite ou não, apesar de não te conhecer, você me passa essa confiança. Com você eu acho que rolaria. Além do que te acho bonito e tem namorada, o que é um diferencial que me interessa.
Autor diz: Você é meio maluco, né?
D. diz: E você não?

Eu sempre fui maluco.
E não prestou muito esse papo inicial.
Era véspera de Natal, desconectamos para passar a data com nossas respectivas famílias, mas fiquei com aquela conversa na mente.
Não nos conhecíamos pessoalmente, morávamos em cidades diferentes, mas ele me atraía. Era uma coisa diferente.
E eu pagaria para ver até onde isso daria.

(continua…)


Fragmentos do Cotidiano (5)

16 Julho, 2008

Singelo e educado email enviado para os amigos, falando sobre a comemoração do meu niver:


Amigos,

Na próxima terça, 22/07, faço 27 aninhos (PARABÉNS PARA MIM, ê ê ê ê ê ê ê ê ê ê ê ê ê!!!).

Pensei na melhor forma de comemorar, de reunir os amigos e tal e acho que uma boa maneira é juntar todo mundo na mesma boate.

A gente se vê, vocês se vêem, vocês se pegam, vocês pegam desconhecidos e todo mundo fica feliz, risos!

Dessa forma, comemorarei meu aniversário na sexta-feira, 25/07, no Cine Ideal.

Sim, no Cine. Tem gente que não gosta, que torce a cara, mas vai ser lá mesmo e pronto.

Vai ser lá pq é mais barato e tem bebida liberada.

E vai ser lá pq eu quero e eu sou o aniversariante e ponto final.

Para evitar ficarmos na fila com aquele monte de bicha esperando pra entrar, farei uma lista pra facilitar pra todo mundo.

Por isso, preciso que os interessados me confirmem a presença e informem o nome completo pra eu incluir nessa lista o mais breve possível pois tenho que enviar a mesma para o Cine.

Se desejarem levar algum amigo, me informar o nome do dito cujo também.

Grande abraço e saudade de vocês!

 

Eu não sou simpático?

 

Melhor foram as respostas dos amigos.

Mas, sem dúvida, a melhor foi:

 

Minha presença está confirmadíssima.

Anote ae meu nome todo: SAULETE SCARLAT D’CHAMPS

 

E estendo o convite aos possíveis leitores do Rio (ou quem estiver na cidade no dia 25, sei lá!).

Se quiserem se divertir com um bando de gente louca numa sexta-feira da vida, favor me avisar nos comentários que eu entro em contato.

Será uma satisfação conhecer pessoalmente pessoas com quem só tenho trato virtual.


Essas Pequenas Coisas Simples Da Vida

14 Julho, 2008

Sabem quando você tem a sensação de que tudo está novamente nos eixos?

De que a tempestade passou, que a turbulência ficou para trás?

Um sábado extremamente agradável ao lado do namorado me deixou com essa sensação.

 

Tiramos o sábado para nós dois apenas.

Desci a serra após o almoço e o encontrei. Desde o primeiro momento eu já sabia que algo havia mudado. Para melhor, dessa vez.

-O que vamos fazer? –ele me perguntou.

-Estou por sua conta. –foi o que respondi.

 

Acabamos no Cine Odeon, para assistir uma sessão de curtas do AnimaMundi.

Antes da sessão, um capuccino no Café do Odeon.

-Adoro capuccino! –foi o que disse ao sentir a fragrância da xícara.

-E eu adoro o senhor! –ele respondeu me olhando nos olhos.

 

Na sessão lotada, 7 curtas metragens de diferentes países.

Como em todas as coletâneas, alguns curtas muito legais e outros sofríveis.

Naquela sala escura, ele se aninhou no meu peito e ficou ali.

-Tem gente à nossa volta, rapaz! –eu disse a ele.

-E daí? Fica quietinho que eu quero cochilar nesse escurinho aconchegado em você! –foi a sua resposta.

 

Saímos do cinema e fomos jantar numa cantina italiana do centro histórico do Rio.

Massa e uma ótima companhia.

Antes de ir embora ainda ganhei um presente de pré-aniversário: uma mochila linda, que ele disse ter achado a minha cara.

 

Subi a serra feliz.

Vendo que, às vezes, o que importa são as coisas simples da vida.


Devaneios Telefônicos

11 Julho, 2008

Namorado no telefone.

Vários assuntos.

Entre eles, uma pessoa que ele quer que eu bloqueie: um amigo que se declarou para mim e de quem eu gosto muito.

 

-Estou falando sério! Já devia ter bloqueado ele. Estou mandando.

-Mandando? Você não manda em mim! Nem se quisesse.

-Mando sim! Quero mandar! –disse e sorriu, como sempre faz quando quer me convencer que algo que ele fala sério não é sério.

-Hum… Então tá. Já bloqueei! –disse eu, também rindo, pra mudar de vez de assunto.

 

O papo continuou.

No final de semana que antecede o meu aniversário vamos pra minha cidade e ele vai conhecer meus pais.

Óbvio que será apresentado como um amigo.

 

-E onde eu vou dormir lá? –ele perguntou.

-No meu antigo quarto tem uma bicama ou pode dormir no quarto do meu irmão.

-Eu não quero dormir sozinho no quarto do seu irmão. –ele disse.

-Então dormirá no meu quarto, junto comigo. Ou melhor, na cama do chão.

-E seus pais não vão pensar nada? –continuou ele.

-Meu caro, meus amigos sempre dormiam lá em casa quando eu morava com eles. Pra eles não vai ser nada demais. Está sendo na sua cabeça só. Relaxa.

-Hum… Mas eu não quero dormir sozinho na outra cama! –disse ele e riu.

 

Um pouco antes de nos despedirmos, a pérola do dia.

 

-Voltando àquele assunto do msn… –ele começou.

-Pode parar, não vou bloquear ninguém.

-Era isso que ia dizer… Não precisa bloquear. Tive uma idéia melhor! Você vai parar de usar o msn.

 

Eu gargalhei.

O que me restava mais além disso, né?

 

Sabem o que é pior?

Tô morrendo de saudade do infeliz!

Ainda bem que hoje é sexta e amanhã, sabadão, irei vê-lo.

Ótimo fim de semana para vocês.


O Estagiário

9 Julho, 2008

Fiquei me perguntando se sou muito viadinho devido ao que relato a seguir.

Na verdade, o que pairou na minha cabeça foi: gente, tô dando tanta pinta assim?


Aqui na empresa temos 04 estagiários: duas meninas e dois meninos, que se revezam entre o turno da manhã e tarde.

Tirando um dos meninos que parece autista e com quem nunca sequer conversei, me dou muito bem com as duas meninas e com o L., o outro menino.

L. deve ter por volta de 20 anos, branquinho, olho azul, cabelo bem preto. Muito bonitinho, por sinal, com um ar meio intelectual devido ao óculos que usa direto. Ou seja, (namorado que não me leia) meu tipo!

Mas, como estou namorando e, mesmo que não estivesse, já dizia o ditado, onde se ganha o pão não se come a carne (a-há, adorei escrever isso!), nunca nem tinha olhado com má intenção para o menino.

Dias atrás, tomando café e conversando, brinquei com ele, na inocência, como faria com qualquer outra pessoa:

-Rapaz, tire essa barba! Tão novo e tão barbudo, fica feio demais!

 

Ele riu e voltamos ao trabalho.

Dia seguinte, eu enrolado com algumas planilhas e sistemas, ele veio na minha mesa e pediu que eu anotasse meu msn e telefone e passasse pra ele já que o contrato dele terminaria em breve com a empresa. Anotei e continuei com meu trabalho, enquanto ele foi embora e nem conversamos direito.

Na parte da tarde, pisca uma janela no meu msn pedindo autorização e era ele, que mandou na lata:

-Fiquei triste com você. Fiz a barba pelo que você falou e você nem ao menos reparou, sequer passou a mão no meu rosto, o que me deixaria ainda mais feliz!

 

Fiquei olhando pro monitor sem entender. Afinal, podia ser uma piada, mas pra mim não parecia piada.

Desconversei e ele começou outros papos, sempre soltando uma ou outra piadinha. Até que eu disse:

 

-Cara, juro que não estou entendendo essa conversa.

 

A resposta dele:

 

-Então terei de ser ainda mais explícito? Vou  marcar de ir na sua casa dar uma olhada no seu computador e a gente conversa melhor!

 

Mil coisas ficaram na minha mente. O pior é que no trabalho a gente continua conversando como se esse papo nunca tivesse acontecido, mas ele entra no msn e já vai direto pro ataque.

Contei pro namorado isso e ele falou:

 

-Demite esse menino, bloqueia no msn e pára de dar mole pra subalterno!

 

Querem saber? Isso me fez foi um bem danado pro ego.

Mas que fiquei preocupado com o que levou o menino a ser tão incisivo, ah, fiquei!


Pensamentos Avulsos (2)

7 Julho, 2008

-Tradicional festa da colonização alemã na minha tradicional cidade imperial.
Eu na festa, no meio daquele monte de gente loira de olho azul e me sentindo o escravo alforriado.
Perto daquela branquês-alva (criei a palavra agora, já tá registrada) eu era o verdadeiro branco-café-com-leite-de-olhos-verdes-folhas-secas.

-Fui ao cinema e tive a sensação de que havia assistido ao melhor filme do ano, sem sombra de dúvida!

Wall-E, mais que uma animação, chega a ser uma obra de arte.

-Se dizem que pensar enlouquece, por que eu penso tanto?
E se penso tanto, por que ainda não enlouqueci?
Ou será que sou louco e me acho são?
O que será a loucura? O que será a normalidade?
Endoidei?

-Duas semanas para o aniversário.
Uma sensação ‘de repente 30’ tomando conta de mim.
Odeio a impressão de estar ficando velho.
Mas adoro fazer aniversário e ser mimado por todo mundo.
Desparadoxal, não?

-Ouvindo Victor e Léo e achando uma das músicas, tema da Debora Secco na novela das 8 que começa depois das 9h, bonitinha.
Caralho, o que se passa comigo?

-Por que ultimamente tenho ouvido tanto a frase ‘acho que me apaixonei por você’ de pessoas diferentes?
Mamãe passou açúcar em mim? Agora que eu não precisava desse açúcar?
Vá entender!

-Namorar era pra ser uma coisa muito fácil.
Duas pessoas se conhecem, se gostam, se atraem e resolvem ficar juntos. A partir daí é só manter o gostar e a atração.
Mas não. A coisa fica confusa e complicada.
Mas quem disse que pra ser bom tem de ser fácil, não é mesmo?


O Arranhão No Cristal

1 Julho, 2008

O encontro na rua. O sorriso amarelo. A frase no quarto de hotel: Precisamos conversar!

O sinal de alerta. O frio na barriga. A atitude de defesa, o meu comportamento frio: Fala.

E ele falou.

Que algo não tava legal. Que achava que eu gostava mais dele do que ele de mim. Que estava confuso. Que não queria me envolver nas confusões dele.

Eu, estático, ouvindo todo aquele monólogo: O que sugere?

Por que você tem de ser sempre tão prático? -ele me pergunta.

Eu que estou tomando a porrada, que não tava preparado para ouvir tudo aquilo e ainda sou o prático e frio?

Terminamos então? Está certo disso? –é o que consigo perguntar.

Ele chora. O sim que não quer sair de sua boca, mas que para mim estava claro.

Vou para o banheiro, buscando conforto naquele espaço reservado. E choro.

Ele entra e me vê naquele estado e não me resta outra alternativa.

Some daqui, vai embora! E esquece que eu existo, meus números de telefone, tudo!

E ele foi. E tudo que eu queria era que ele voltasse, batesse na porta, falasse que não era bem assim.

 

 

A dor. A grande dor. A noite não dormida. As olheiras no dia seguinte. As crises de choro.

Os amigos. Os bons amigos. As pessoas que eu agradeço por estarem na minha vida.

Suas palavras de consolo, de ânimo. Os abraços e os sorrisos.

 

 

A noite seguinte. A minha casa. O meu lar finalmente depois de quase uma semana dormindo em quarto de hotel.

O telefone tocando.

Era ele.

Oi.

Meu silêncio.

Precisamos conversar.

Aquelas palavras novamente.

Meu sarcasmo aflorando, meu cinismo, minha mágoa querendo transbordar.

Sem a menor possibilidade disso acontecer hoje.

Mas não resisti e a conversa acabou acontecendo, pessoalmente, horas depois.

Me perdoa! Estou confuso. Não soube me explicar. Não é você, não é o que eu sinto! É todo o resto, é a minha condição, é a sociedade. Não sei lidar com isso. Não queria gostar de homens!

Os olhos vermelhos, a confusão estampada em seu rosto.

Eu não queria gostar de você. Juro que não queria! –é o que apenas consigo dizer.

Me dá outra chance? Podemos tentar de novo? –ele quer saber.

Eu vim até aqui, não vim? Gosto de você, é óbvio. Mas estou magoado, muito magoado. Não esperava isso de você. Não de forma tão cruel. Uma porrada vindo do nada! -digo de uma vez só.

Me desculpa?

Fico em silêncio.

Algo havia se quebrado dentro de mim.

Mas eu insisto em confiar e acreditar no ser humano. E espero que essa ferida sare.


Chá de Sumiço

24 Junho, 2008

Ando meio distante.

Culpa de muitos afazeres que estão me consumindo ultimamente.

Dias atribulados, mas que espero, passem logo.

Estarei toda essa semana fazendo um curso sobre Comércio Exterior e por isso longe de acesso à internet, uma vez que o curso é em outra cidade.

Mas eu volto.

Com novidades.

Ou não.

Vá saber.

Beijos saudosos

 


Fragmentos do Cotidiano (4)

18 Junho, 2008

Segunda feira, um frio desgraçado.

Chego em casa, tomo um banho bem quente, pego umas besteiras pra comer e me meto debaixo do meu edredon pra ficar quietinho assistindo House no dvd (como aquilo é bom, né?).

No melhor do episódio (e cada vez mais quentinho) me toca o telefone na sala. Levanto puto e vou atender:

-Alô, é o J.?

-Não, é o Autor. Esse número não é mais do J., ele se mudou. Tente o celular.


Volto pra cama e pro House.

Dou o play e o telefone toca de novo. Era outra pessoa querendo falar com o J. pra quem dou a mesma explicação e volto pra cama.

E o telefone tocou de novo. E de novo.

Na quarta vez, já puto, perdi a educação:

-Porra, não sei quem é J., não quero saber e tenho raiva de quem sabe, caralho!

 


Quando me mudei pro meu atual apartamento e fui morar sozinho eu era o único morador do andar, que é constituído de 4 apartamentos. Hoje, dois meses depois, existe apenas um apartamento vago no andar.

Dias atrás descobri que meu vizinho exatamente de frente é um gato.

Eu nunca o tinha visto, mas eis que num dia de semana, 22:30h, me tocam a campainha.

Eu, meio sonolento já, me pergunto: ‘quem será a essa hora?’

Abro a porta e me deparo com meu vizinho de calça de moleton e camiseta.

-Boa noite, vc é o Autor, né?


Eu, já meio perdido (o homem era muito gostoso, sem noção!):


-Sou sim, boa noite!

-Seguinte, cheguei da faculdade agora, fui preparar meu jantar e meu acendedor de fogão não está funcionando. Você teria um isqueiro ou fósforos pra me emprestar? A essa hora não vou encontrar nada aberto e o porteiro disse que você era gente boa!


Eu juro que olhei pra todos os lados procurando por uma câmera escondida. Devia ser pegadinha, né?

Mas fui lá, peguei uma caixa de fósforos e entreguei pro gostoso pro vizinho.

E fui dormir.

 

 

SMS no meu celular do meu amigo W. que sempre que me manda email vai parar na minha caixa de lixo eletrônico:

 

Amigo, preciso te mandar um email urgente, com uma fofoca quentíssima. Me passa um email você que vou te responder. Mas fica de olho porque a UÓ da sua caixa postal acha que eu sou um lixo eletrônico. Ela me magoa tanto! Fica de olho e tô no aguardo.

 

 

Aniversário do meu amigo W. (o mesmo que é lixo eletrônico).

Churrasco rolando, eu e mais dois amigos sentados e conversando com 2 amigas do W.

Uma delas vira pra mim e pergunta:

-Tem certeza que vocês são gays? Olha a mão do seu amigo D.! É enorme! Ele não pode ser gay! E vocês ainda são bonitos!

 


Síndrome da ‘Aliança’

16 Junho, 2008

Perguntinha básica:

 

Alguém me explica porque basta a gente estar comprometido pra começar a chover cantadas de todos os lados?

 

E quando eu digo de todos os lados, digo de todos os lados mesmo!

Homens e mulheres!

Ainda hei de explanar mais sobre isso que eu chamo de Síndrome da Aliança: pessoas comprometidas atraem o interesse.

Mas no momento não, fiquem apenas com a indagação, já que o dia amanheceu cinzento e frio e estou com preguiça de escrever mais.

Boa semana!