A (Nova) Página do (Novo) Calendário

02/01/2012

Mais um ano que se foi, uma folha a mais virada no calendário e vida que segue. Depois de passar as duas últimas viradas de ano fora do Brasil, o reveillon 2011/2012 foi aqui mesmo no Rio, com festa na casa nova (que é grande e dá pra receber os amigos) e direito a MUITAS gargalhadas, principalmente no pós-festa lembrando de tudo que rolou naquelas horas regadas a frisantes e prossecos.

Essa coisa de casar é legal porque além de juntar a sua vida com a da outra pessoa, acaba aproximando os amigos de ambos, dando origem a um grupo totalmente novo de pessoas, que com a convivência vão descobrindo as afinidades. Assim, apesar das diferenças, adoro ver os meus amigos interagindo e se identificando com os amigos do namorido e o veneno escorrendo solto. Já disse, os iguais se reconhecem. Se do meu lado ninguém vale um centavo furado, do lado do namorido, menos ainda. Acidez nas conversas mais desconexas, a gente vê por aqui.

A festa foi ótima e com direito a de tudo um pouco. Até ensaiei ficar um pouco bêbado antes da meia noite, já que virei, sem exagero, garrafaS de prosseco. Mas meu dito cujo veio em meu socorro, me obrigou a só beber Coca e água e na meia-noite lá estava eu, lindo e pronto para acudir os bêbados de plantão, incluindo o namorido. Acho muito que tudo não passou de um plano para que ele pudesse se exceder enquanto eu ficava no controle de tudo.

E tivemos bêbados chatos e inconvenientes, bêbados carentes de abraço e de amor e até bêbado amigo com o maior bom senso do mundo despachando embora uma galera que não era muito íntima porque os organizadores da festa (namorido e melhor amiga dele) já tinham dado PT. Muito amor pelos meus amigos S2, os melhores que eu poderia ter na vida!

2011 já se foi, 2012 chegou com chuva e as expectativas para ele estão na medida. O que eu mais quero é que minha vida continue assim, do jeitinho que está. Tenho amor, tenho estabilidade financeira, tenho bons os melhores amigos, tenho meus pais e, na medida do possível, tenho experimentado uma sensação constante de paz. Não dá pra pedir muito mais do que isso.

Quero apenas outras tardes/noites como a de ontem, domingo pós-ano novo, com meu amor e nossos amigos, sentados na nossa varanda, lembrando de histórias e rindo das outras pessoas e da vida. Afinal, quem disse que se precisa de muito para ser feliz?